Protetor solar com cor faz bem pra pele?

Protetor Solar

Uma dúvida muito frequente no consultório é sobre a importância do protetor solar com cor para a pele e se ele realmente faz bem ou não. Para começar, o uso do protetor solar por si só já é extremamente importante para os cuidados com a pele, independente do seu tipo. Ele deve ser utilizado em todas as épocas do ano e não apenas no verão. Em cidades como a que atendo, Jaraguá do Sul, o verão é muito mais rigoroso do que o inverno e isso acaba causando uma falsa sensação de que quando os dias mais quentes passam, o protetor pode ser aposentado.

Não importa a estação, o sol está sempre lá! O que muda é que, durante o inverno a radiação ultravioleta é menos incidente, porém continua presente e agindo na pele, colaborando com os efeitos cumulativos que trazem danos. Somando ano após ano de exposição solar, a pele começa a demonstrar sinais desses malefícios e, em alguns casos, chega a apresentar inclusive doenças. Recomendamos que a atenção com o uso produto seja especialmente nas áreas mais expostas, como a face, colo, mãos e antebraços, sem jamais esquecer o restante do corpo, claro!

Ciente dessa preocupação dos dermatologistas e crescente conscientização da sociedade, a indústria farmacêutica tem trazido cada vez mais lançamentos na linha de protetores solares com outras funções associadas, como hidratante, antirrugas e com pigmento.

O protetor solar com cor chama atenção de muitos pela facilidade na rotina ao substituir a base e traz mais comodidade para as que, às vezes até pela demanda do trabalho, precisam usar maquiagem todos os dias.

E tem notícia boa para as fãs do protetor solar com cor: ele não apenas não faz mal para a pele, como é utilizado por dermatologistas como medida preventiva e até mesmo tratamento de algumas doenças de pele.

Ele é uma ótima forma de combater aquelas doenças de pele agravadas tanto pelo sol, quanto pela luz branca emitida em ambientes fechados. Por mais que o sol danifique a pele numa proporção muito maior do que essa tal luz, a exposição diária e por longos períodos acaba, sim, sendo prejudicial.

Quando se usa um protetor solar com cor ou um protetor solar sem cor, com uma camada de maquiagem por cima, o pigmento aumenta a proteção com relação à luz branca.

Para pacientes que sofrem com melasma, por exemplo, e precisam passar o dia dentro de escritórios ou outros locais iluminados pela luz branca, o protetor solar com cor é uma ótima alternativa e faz parte direta do tratamento.

Então, concluímos que o protetor solar com cor é mais prático para mulheres que gostam de usar maquiagem e sabem da importância do uso de proteção contra o sol e também tem propriedades que o tornam um aliado no tratamento de algumas doenças dermatológicas.

Antes de começar o uso com funções de tratamento só é importante agendar uma consulta com um dermatologistas para que o produto correto para o seu tipo de pele e necessidade específica seja indicado.

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Maria J. Vilich

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